Analista X Desenvolvedor

32 respostas
rogeriuslima

Boa tarde a todos,

Eu gostaria de debater com todos aqui do forum sobre um assunto que eu tinha como obvio, mais que recentemente tive que rever meus conceitos.
No momento eu estou como Analista de sistemas, porém eu preferia estar trabalhando como desenvolvedor pois além de ser mais o meu perfil, tinha certeza que o desenvolvedor era melhor remunerado.
Então conversei com o meu chefe sobre uma provavel mudança de atribuição e ele me disse que até poderia ver só que o meu custo provavelmente seria muito alto para a equipe por eu ser analista :?:
Eu deixo aqui a pergunta:
Como o mercado de trabalho está enxergando estes dois papéis?

32 Respostas

tnaires

Em muitos locais, infelizmente é assim:

  1. o analista é mais que o desenvolvedor, tanto em hierarquia quanto em salário.
  2. as pessoas enxergam analista como evolução do desenvolvedor - inclusive, desenvolvedores almejam um dia parar de programar para serem analistas.
  3. a tarefa de desenvolver é encarada como uma atividade ralé, pouco criativa, enquanto que ser analista é cuidar da “parte inteligente” dos projetos.
rogeriuslima

Eu até entenderia se eu tivesse usado o termo programador ao invés de desenvolverdor.
Sei lá, eu vejo uma sutil diferença, de que enquanto o programador apenas recebe algo que ele não precise pensar pra fazer, outros já pensaram por ele, o desenvolvedor se preocupa com que tecnologias ele vai utilizar para implementar o que foi pedido e como atender os requisitos não funcionais como segurança, disponibilidade e etc, coisas que o analista vai apenas citar na documentação.

tnaires

Então na sua visão, da mesma forma que o analista toma as decisões de negócio pro desenvolvedor, o desenvolvedor por sua vez toma as decisões de implementação pro programador?
:shock:
Eu nem sabia que existia diferença entre programador e desenvolvedor.

rogeriuslima

Não, o desenvolvedor toma as decisões de implementação e programa, nesse caso nem existe a figura do programador.
É só a minha visão, não uma verdade absoluta, eu nem quero citar outros papéis como arquiteto e por aí vai.
Eu só acho que o desenvolvedor ele tenha um esforço intelectual maior que o programador.
Opa, agora falei bonito :lol:

Loiane

Aqui no ES ser contratado como analista, mas executar as tarefas de um desenvolvedor é muito comum.

Muitas empresas contratam como analista/desenvolvedor.

Eu mesma estou como analista, mas na maioria do tempo eu desenvolvo, mas quando precisam que faça alguma atividade de análise, a gente faz.
Pacote 2 em 1!

fabiofalci

Aconteceu a mesma coisa aqui, um analista queria ser programador. E a resposta de cima
foi exatamente a mesma, seria um custo muito alto para manter.
Entao o proprio analista propôs uma redução salarial, mas dai falaram que não poderiam reduzir
o salário… q por lei não é permitido

R

tnaires:
Em muitos locais, infelizmente é assim:

  1. a tarefa de desenvolver é encarada como uma atividade ralé, pouco criativa, enquanto que ser analista é cuidar da “parte inteligente” dos projetos.

Falar que é pouco criativa é absurdo,mas…infelizmente o programador é o “servente de pedreiro” da informática mesmo…

maior_abandonado

raf4ever:
tnaires:
Em muitos locais, infelizmente é assim:

  1. a tarefa de desenvolver é encarada como uma atividade ralé, pouco criativa, enquanto que ser analista é cuidar da “parte inteligente” dos projetos.

Falar que é pouco criativa é absurdo,mas…infelizmente o programador é o “servente de pedreiro” da informática mesmo…

servente de pedreiro o escambau… chega a ser muito comum o programador não só desenvolver lógica dentro de métodos, detectar erros, consertar, conhece de tecnologia, estuda sempre… eu não diria nem que é o pedreiro em si do processamento de dados (por mais que tenha muito em comum) quanto mais que seja o servente…

e otra coisa, eu especifiquei processamento de dados… informatica é bem mais amplo

cs.santos0

maior_abandonado:
raf4ever:
tnaires:
Em muitos locais, infelizmente é assim:

  1. a tarefa de desenvolver é encarada como uma atividade ralé, pouco criativa, enquanto que ser analista é cuidar da “parte inteligente” dos projetos.

Falar que é pouco criativa é absurdo,mas…infelizmente o programador é o “servente de pedreiro” da informática mesmo…

servente de pedreiro o escambau… chega a ser muito comum o programador não só desenvolver lógica dentro de métodos, detectar erros, consertar, conhece de tecnologia, estuda sempre… eu não diria nem que é o pedreiro em si do processamento de dados (por mais que tenha muito em comum) quanto mais que seja o servente…

e otra coisa, eu especifiquei processamento de dados… informatica é bem mais amplo

concordo…

não concordo com esse tipo de afirmação de servente de pedreiro

LPJava

também nao. Agora o seguinte a respeito do topico, na sua cateria pode ta la desenvolvedor mas na pratica nao ser isso, é comum ser contratado na empresa como X e com tempo ta exercendo Y e nao mudar na cateria isso eh outro assunto. Mas vejo que nos ultimos anos ai as empresas vem pedido isso: Analista programador. e nao mais apenas programador, então unindo as funcoes querem um programador capaz de exercer a funcao de analista de sistemas, até pq alguns cursos de TI dar essa bagagem ao profissional.

Eu mesmo trabalho assim analista programador jr.

Entao repito essa questao de ter na empresa so desenvolvedor, so programador e so analista é algo que está acabando claro, de acordo com skill do profissional ele pode exercer as duas funcoes em uma e outros casos nao é possivel, mas isso varia de regiao para regiao…

cs.santos0

LPJava:
também nao. Agora o seguinte a respeito do topico, na sua cateria pode ta la desenvolvedor mas na pratica nao ser isso, é comum ser contratado na empresa como X e com tempo ta exercendo Y e nao mudar na cateria isso eh outro assunto. Mas vejo que nos ultimos anos ai as empresas vem pedido isso: Analista programador. e nao mais apenas programador, então unindo as funcoes querem um programador capaz de exercer a funcao de analista de sistemas, até pq alguns cursos de TI dar essa bagagem ao profissional.

Eu mesmo trabalho assim analista programador jr.

Entao repito essa questao de ter na empresa so desenvolvedor, so programador e so analista é algo que está acabando claro, de acordo com skill do profissional ele pode exercer as duas funcoes em uma e outros casos nao é possivel, mas isso varia de regiao para regiao…

concordo totalmente…comigo é a msm coisa, eu trabalho como analista e como programador oq PARA MIM, eu classifico como desenvolvedor…ou seja, um pouco dos dois… :wink:

ramilani12

Tenho uma opinião que programadores deveriam receber mais que Analistas de Negocios e Sistemas e etc
É muito fácil o analista ir na ferramenta case tabajara e escrever qualquer besteira dar um ctrl+s e entregar para desenvolvedor.
Em teoria tudo que analista escreveu deveria compilar e executar, pobre do programador que enfrenta o compilador com suas regras chatas e etc…

louds

Tanto Dennis Ritchie e Edsger Dijkstra se classificavam como programadores.

Dizer que é a profissão ralé ou de pedreiro é muita ignorância ou maledicência.

Por sinal, analista de sistema é uma invenção dos coboleiros por razões meio obvias.

LPJava

ramilani12:
Tenho uma opinião que programadores deveriam receber mais que Analistas de Negocios e Sistemas e etc
É muito fácil o analista ir na ferramenta case tabajara e escrever qualquer besteira dar um ctrl+s e entregar para desenvolvedor.
Em teoria tudo que analista escreveu deveria compilar e executar, pobre do programador que enfrenta o compilador com suas regras chatas e etc…

bom eu discordo de vc, para mim cada um em sua posicao com suas respectivas funcoes e seus valores. Entender de negocio nao é para qualquer um, há programadores que nao consegue sentar 1 min com o cliente para discutir area de negocios, nao sei mais em multinacionais ou media empresas que tem projetos que vale milhoes, vc tiver um analista de negocio ruim, para que um bom programador? e sim vc tem um pessimo programador para que um bom analista de negocio? percebe que se completa? porem cada macaco em seu galho.

L

A maioria das empresas ainda estão naquela fase primária de TI, onde ela é apenas relacionada à infraestrutura e distante do negócio. Por isso, aqueles que ganham os maiores salários são aqueles que, ou trabalham em recursos de computação (ex.: DBA), ou pessoas que não estão “na linha de frente” do processo de construção de software (pois estes “cuidam do negócio”).

O fato é que, quem realmente está lá fazendo o software pro negócio são os que menos ganham, fazendo com que os melhores talentos não se sintam motivados a continuar. O esquema de salários e promoções das empresas de software brasileiras é totalmente ineficaz, onde só existem programadores com um “perfil médio”, ou seja, sem os ignorantões, mas também sem os feras.

maior_abandonado

LPJava:
ramilani12:
Tenho uma opinião que programadores deveriam receber mais que Analistas de Negocios e Sistemas e etc
É muito fácil o analista ir na ferramenta case tabajara e escrever qualquer besteira dar um ctrl+s e entregar para desenvolvedor.
Em teoria tudo que analista escreveu deveria compilar e executar, pobre do programador que enfrenta o compilador com suas regras chatas e etc…

bom eu discordo de vc, para mim cada um em sua posicao com suas respectivas funcoes e seus valores. Entender de negocio nao é para qualquer um, há programadores que nao consegue sentar 1 min com o cliente para discutir area de negocios, nao sei mais em multinacionais ou media empresas que tem projetos que vale milhoes, vc tiver um analista de negocio ruim, para que um bom programador? e sim vc tem um pessimo programador para que um bom analista de negocio? percebe que se completa? porem cada macaco em seu galho.

concordo em genero número e grau…

pois é… eu também vejo um grande problema nisso, bons programadores não existem por que normalmente "sobem de cargo para analistas… e o fazem por que isso da mais dinheiro… como o LPJava disse, também não acho que programador deva ser mais valorizado, porém considero que deveriam ter salarios parecidos… infelizmente isso faz as vezes com que uma empresa ganhe um mau analista e perca um bom programador… isso é uma falha de organização e é grave…

Thiagosc

Eu uso o termo programador mesmo. Até porque conhecimento de programação não envolve apenas ferramentas, mas também algoritmos, matemática e outros tópicos. Ser um programador é saber usar tudo o que você aprendeu na faculdade de forma inteligente e criativa.

Mas no Brasil realmente é assim mesmo. Existem dois fatores que contribuem para este tipo de pensamento:

  • o Brasil foi sempre um país dominado e de escravos ou pessoas sem meios que dependiam de algum coronel poderoso para sobreviver. Foi assim na época de colônia, foi no reinado após a independência, foi após a declaração da república e desde então é quintal dos EUA. A alma do brasileiro foi formada a partir da submissão aos poderosos, é alma de escravo. Por isso aqui há uma adoração infantil de títulos ou posição social. Ambos são indicadores de que você é mais do que os outros. E isso é reforçado por todos aqueles que “sobem de vida” pensando “agora é a minha vez de ser alguém”.

Um advogado, juiz, deputado, etc, tudo isso é coisa chique, não importando se o indivíduo é um jumento ou um canalha corrupto. O mesmo se aplica a área de informática, onde títulos pomposos são mais importantes do que aquilo que a pessoa realmente faz ou sabe.

  • o Brasil ainda está parado na era industrial, ou seja, quem “mete a mão na massa” é considerado “peão de chão de fábrica” que passa o dia fazendo trabalhos repetitivos, suado e sujo. A gerência e outros cargos administrativos ou onde não há contato direto com a produção são considerados “melhores”, pois geralmente ficam separados em lugares mais limpos e com ar-condicionado e o trabalho é considerado “mais intelectual”.

Hoje em dia isso não se aplica mais, principalmente na informática. As empresas lidam com especialistas de determinadas áreas, que possuem nível superior e outras qualificações, portanto eles sabem mais sobre um determinado assunto do que o gerente ou algum executivo. Podemos tranqüilamente afirmar que os empregados são mais inteligentes do que os chefes.

Enfim, o Brasil é um país atrasado. Tanto em empresas pequenas quanto grandes isso acontece, o único jeito de escapar é abrindo o seu próprio negócio (um de verdade, não empresa para fraudar a CLT). O resultado desse atraso é que pessoas com talento e potencial acabam não produzindo o que poderiam, sejam novas tecnologias ou produtos, porque não compensa em termos de carreira. Acabam mudando de área e fazendo outra coisa. Não é incomum ver gente com mestrado ou algo maior que nunca desenvolveu nada na vida, foram logo para área de gerência na primeira oportunidade.

R

louds:
Tanto Dennis Ritchie e Edsger Dijkstra se classificavam como programadores.

Dizer que é a profissão ralé ou de pedreiro é muita ignorância ou maledicência.

Por sinal, analista de sistema é uma invenção dos coboleiros por razões meio obvias.

Entendam:quando usei o termo “servente de pedreiro” me referi não ao conhecimento,mas á valorização do profissional dentro das empresas…

M

"

L

Mas aí é que está. Isso é o que o mercado é hoje. Não quer dizer que é o melhor meio, nem que funciona.

Será que o analista sabe mesmo “fazer o programa virar dinheiro”? Esse é o grande problema: quando se separa programação e entendimento do negócio, os programadores farão software que não está alinhado com o negócio (pois eles não receberam o conhecimento); e os analistas farão especificações que não são facilmente traduzidos para código (o que gera códigos difíceis ou lentos ou simplemente em desacordo com a especificação pois este é ambíguo).

O profissional técnico que ganha bem é o Especialista, certo. Mas em que? Em Java? Em Orientação a Objetos? Não! Especialista em Oracle, em Linux, em Mainframe… Ou seja, não são especialistas em fazer softwares excelentes, mas simplesmente em manter as coisas no ar.

Esses profissionais viram “pessoas chave” porque é fácil medir os prejuízos da indisponibilidade de uma aplicação. Por outro lado, é difícil medir a vantagem de um software bem feito por profissionais competentes em relação a um software mal feito por indianos movidos a chicotadas. Daí o pensamento pra “reduzir os custos” é um pulo.

Sinceramente, o estado atual do mercado de TI é broxante. Ele só “funciona” porque todas as empresas fazem do mesmo jeito, e todos tem igual prejuízo. No momento em que uma empresa fizer diferente e se destacar, o restante vai correr em manada.

Link_pg

Olá!

O Thiagosc falou algo sobre o Brasil ter uma característica da época da escravidão de precisar de um gerente “capataz” pra mandar neles. Isso me fez lembrar desse vídeo (não sei se é esse ou alguma continuação desse) que o Waldez Ludwig fala sobre isso, algo que eu concordo plenamente.

Independente disso, esse cara fala muita coisa interessante sobre mercado de trabalho, vale a pena conferir.

Abraços

CarlosEduardoDantas

o mercado está do jeito que está porque muitos programadores estão preocupados em aprender frameworks de moda e poucos estão realmente preocupados em atender por completo a necessidade do cliente.

R


como o LPJava disse, também não acho que programador deva ser mais valorizado, porém considero que deveriam ter salarios parecidos…

mas ter salários parecidos não seria uma forma de valorização? :smiley:

dlt

Muito bom o vídeo do Waldez Ludwig. Me faz lembrar o Peter Principle:

“In a Hierarchy Every Employee Tends to Rise to His Level of Incompetence.”

celsofurtado

Um cara que conhece a tecnologia utilizada no desenvolvimento, que consegue tornar real o que até então é somente uma abstração do Analista, não poderia ser chamado de peão em momento algum. Esse termo só pode ser utilizado por aqueles analistas que ficam frustrados em ver o quão o programador conhece da tecnologia enquanto eles ficam fadados a somente criar sistemas imaginários que não resolve nada. Os verdadeiros problemas só aparecem ali, na hora em que o peão está programando e começa a encontrar falhas e deficiências que o analista não conseguiu ver.

O cara do “negócio” quase sempre vende para o cliente o que os programadores vão ter que se desdobrar para resolver, porque o cara do negócio não conhecia a tecnologia a fundo a ponto de apontar para o cliente as limitações e implicações do que ele estava pedindo.

Falei…

té +

CarlosEduardoDantas

celsomarcos:
Um cara que conhece a tecnologia utilizada no desenvolvimento, que consegue tornar real o que até então é somente uma abstração do Analista, não poderia ser chamado de peão em momento algum. Esse termo só pode ser utilizado por aqueles analistas que ficam frustrados em ver o quão o programador conhece da tecnologia enquanto eles ficam fadados a somente criar sistemas imaginários que não resolve nada. Os verdadeiros problemas só aparecem ali, na hora em que o peão está programando e começa a encontrar falhas e deficiências que o analista não conseguiu ver.

O cara do “negócio” quase sempre vende para o cliente o que os programadores vão ter que se desdobrar para resolver, porque o cara do negócio não conhecia a tecnologia a fundo a ponto de apontar para o cliente as limitações e implicações do que ele estava pedindo.

Falei…

té +

pense também do outro lado… o “cara do negócio” como você diz, se mata para procurar ao máximo entender e refinar
a necessidade do usuário final, procurando entender tudo o que se passa no ambiente do cliente, sejam os riscos, os
impactos de cada mudança de regra, etc… chega em um acordo final com o cliente, faz aquela reunião com os “programalistas”,
explica exatamente o que precisa ser feito (do ponto de vista de negócios) e o resultado final sai aquela “beleza”,
afinal o programador de framework estava mais preocupado em aplicar o que aprendeu na revista de java do que entender o
processo e resolver o problema do cliente …

mas deixa estar, afinal estava alocado… que o empregador arque com o prejuízo como dizem por ai e sigamos caminhando
de consultoria pra consultoria.

celsofurtado

Ok… concordo com você… mas não estou falando do “programalista”, estou falando do programador, do cara que se interessa sim, em dominar a tecnologia, mas que sabe que conhecer o negócio e entender o que se busca resolver é tão importante quanto a tecnologia, não interessa se é java ou c#… O que não pode ocorrer, e que ocorre muitas vezes, é o cara do negócio agradar o cliente e dizer amém pra tudo né…

Falou…

CarlosEduardoDantas

celsomarcos:
Ok… concordo com você… mas não estou falando do “programalista”, estou falando do programador, do cara que se interessa sim, em dominar a tecnologia, mas que sabe que conhecer o negócio e entender o que se busca resolver é tão importante quanto a tecnologia, não interessa se é java ou c#… O que não pode ocorrer, e que ocorre muitas vezes, é o cara do negócio agradar o cliente e dizer amém pra tudo né…

Falou…

então não era um “cara do negócio” e sim um capacho.

celsofurtado

Carlos, vc tá careca de saber que o que mais tem são Analistas de Negócio capachos… Assim como tem um monte de programador capacho…

té +

Y

Isso é tao simples e óbvio como dois e dois sao quatro. Nao sei o que ha de tao dificil em entender.

J

marcosalex:
raf4ever:

Entendam:quando usei o termo “servente de pedreiro” me referi não ao conhecimento,mas á valorização do profissional dentro das empresas…

Mas você está certo. Independente do que nós achamos, a visão do mercado é do programador ser o servente de pedreiro mesmo. O mais valorizado sempre vai ser o analista por ser a pessoa que entende do negócio e que vai saber fazer o seu programa virar dinheiro. Daí o motivo de valer mais.

Mas para o programador/desenvolvedor (ou qualquer nomenclatura que a empresa adote para o profissional técnico) ganhar mais, o caminho é o ESPECIALISTA, o que sabe muito sobre uma área técnica e vire uma pessoa chave na empresa.

Isso de comparar programador com servente de pedreiro só na área de “TI” mesmo(Quando digo TI, me refiro a área da computação das empresas privadas). O área científica pensa de maneira completamente diferente. Os programadores são pesquisadores tmb, e não “serventes”.

www.lncc.br

Y

O problema nem é o termo, servente, pedreiro, tanto faz como chamam os programadores. O problema é o falha de comunicacao que invariavelmente se cria colocando um atravessador entre a informacao que vem do cliente e vai para o programador. A possibilidade de algo dar errado é bem maior do que se for a mesma pessoa que recolhe os requisitos e os implementa.

Se um programador nao sabe fazer as duas coisas, ou ele aprende ou ele nao serve. Se um analista nao sabe fazer as duas coisas ele tambem nao serve.

Vejo muitos analistas por ai que nao gostam/sabem programar. Bem, meu irmao tambem nao gosta de programar, ele é contador.

Criado 12 de março de 2009
Ultima resposta 20 de mar. de 2009
Respostas 32
Participantes 19