Fiquei curioso. Pq. vc. acha que eu tenha confundido ?
Ok, admito não gastar muito tempo lendo o que se escreve antes de responder, mas reli o que vc. escreveu e não consegui chegar ao ponto a partir do que estava lá. Se este é o ponto, ok, estou de acordo, até por ser uma tautologia. É como dizer que “Português” != “Dom Casmurro”.
O meu ponto é que MDA/MDD != UML. O fato de o Mellor ter desistido do Executable UML é até uma boa notícia para aqueles que usam (como eu) ou querem usar o MDA, já que ficam livres de dogmas tais como o próprio uso exclusivo de UML para esta prática.
Minha opinião é que, embora o UML.exe seja uma utopia, a pressão constante sobre os times de desenvolvimento para entregarem cada vez mais funcionalidades em prazos cada vez menores não deixa outra escolha do que buscar formas de aumentar a produtividade dos desenvolvedores.
A utilização pragmática de MDA, do qual o AndroMDA é um dos melhores exemplos, é, quando empregada adequadamente, um dos melhores mecanismos disponíveis para melhorar esta produtividade, especialmente quando os modelos são gerados em parceria com o analista de negócios