“Importante é o Negócio”. Esse é um mantra fundamental, que às vezes esqueço. Talvez eu tenha predisposição para burocracia e firulas que não agregam para os resultados. 
Acho que essa é a visão da maioria sobre modelagem OO. Burocracia.
Talvez seja mesmo. Ler metade do Larman me custou umas boas semanas e apesar das lições valerem para outras situações ele chegou a produzir um código de exemplo de meras 150 linhas, pensadas à custa de muito fosfato. São 150 linhas bonitas, de classes bem distribuídas, métodos com uma ou duas linhas, muito manutenível. Mas é preciso tudo isso? Talvez não pague o esforço do aprendizado. Ou, para um programador inexperiente como é o meu caso, talvez pague, porque me tira do escuro em relação a “o que fazer”, “quando modelar”, etc.
Estou nessa pelo meu mantra: “aprender a programar certo”. Se existe um método, vou segui-lo em vez de programar ad hoc. Mas pelo visto o valor agregado não é tão grande que compense o esforço para as empresas. Por isso a UML saiu de moda.
Experiência certamente conta muito na manutenibilidade. Talvez seja o suficiente, talvez não. Eu deveria aprender a medir a manutenibilidade, com métricas quantitativas mesmo. A métrica qualitativa do “este código aqui é fácil de manter” não é muito precisa nesse ponto.