ViniGodoy:
Eu reforço a pergunta. Acho que a menos que você tenha um loop muito intenso onde objetos são criados, a reflexão de um framework de DI não será um problema.
Cara, já respondi e te adianto que estou longe de ser expert no assunto. Pesquisei na web e fiz medições de uma aplicação em produção que em teoria deveria ser “modelo de referência” e, pessoalmente, não gostei dos resultados (Sejam esses por causa do hibernate/spring template ou devidos à uma técnica ruim).
Agora vamos simplificar e “imaginar” o seguinte cenário e me diz o quê vc acha:
Tenho duas versões da mesma aplicação, uma utilizando spring e outra não, escritas com o mesmo nível de qualidade e que fazem muito acesso a banco e fazem muito cálculo (modelos econométricos, VARM, VECM). Todos esses cálculos são feitos em séries (mensais) para 30 anos.
Essa aplicação tem umas 10 entidades pra CRUD e todo o restante é calculo.
Quem vc acha que vai ser mais rápido?
Preciso mesmo de Spring pra esse tipo de aplicação? Porquê? Quais benefícios?
Meus testes principais estão focados nos cálculos.
ViniGodoy, só mais um detalhe: formei minha opinião ouvindo outros colegas no mercado, analisando minha situação e trocando idéias.
Spring é, na minha opinião, 10, um super framework que promete muito, muito mesmo (ainda mais agora com o Spring Integration!!!) mas eu não acho que nosso nível técnico, generalizando o mercado atual, esteja pronto. Apenas um parco gato pingado está apto a realmente utilizar esses frameworks da forma adequada e mais ainda decidir ONDE eles realmente podem ou devem ser aplicados.
Pior de tudo: quando vc acha um recurso que conhece o framework ele já está alocado ou não tem os pés no chão. Já vi currículo de arquiteto com menos de 2 anos na função querendo 8 pratas simplesmente (meu achômetro) porquê tinha “frameworks” de “ponta” listados.