Também não entendi qual o problema de uma empresa nacional conquistar um aporte de capital do BNDES para desenvolvimento e inovação tecnológica.
Quando digo conquista, é porque não é tão simples assim conseguir esse aporte, existem uma série de regras que precisam ser atendida, e garantias que precisam ser dadas sobre o uso que se fará do dinheiro.
Depois tem que se prestar contas e claro pagar ao BNDES todos o aporte recebido.
Esse é o segundo aporte de capital, só me faz ter mais certeza da idoneidade e foco em inovação da empresa, que teve que passar pelo crivo do BNDES 2 vezes.
Não entendi porque do argumento de ser um framework redundante?
Algum outro é igual a ele, ou ele criou alguma coisa que já existe? Não tenho essa informação.
Rubem Azenha:
de qualidade altamente questionável (basta fazer uma busca no GUJ e na lista do SouJava para ver que a equipe técnica da PowerLogic até tentou argumentar, mas ficou bem claro os defeitos da ferramenta).
Sobre a qualidade questionável, esse argumento sim é questionável.
O jCompany está a 7 anos no mercado, tem mais de 1000 projetos em produção, e foram desenvolvidos
mais de 180 mil pontos de função.
O que se vê nos fóruns por aí, até aqui no GUJ, é a analise de versões muito antigas do jCompany, o que
hoje com certeza já não é mais a melhor opção.
Só para dar uma Ideia:
Eu comecei a trabalhar com ele na versão 2.0, utilizava-se as seguintes tecnologias:
. Struts 1.2
. Tiles.
. Hibernate 2
. Em uma arquitetura MVC.
Era bem simples, e já trazia uma produtividade e qualidade tremenda comparado ao desenvolvimento artesanal de toda uma aplicação.
Sem falar na facilidade de qualquer desenvolvedor manter o código que outro desenvolvedor fez, e com isso os tempos de manutenção
de um sistema era infinitamente menor comparado à outros sistemas feitos sem o jCompany.
Hoje estamos entrando na versão 6.0, que dentre outras coisas tem:
. Context Dependency Injection (CDI 1.0).
· Bean Validation 1.0
· Entidades: não precisam mais de herança e agregações.
· JAX-RS/Atom Publish: serviços REST para CRUDS são produzidos praticamente
sem esforço, via jCompany Service;
· Novo padrão de ?QBE and Select?:
· Convenção sobre configuração: anotações de metadados para casos de uso
padrões em package-info.java são agora opcionais. Com isso pode-se obter uma
solução padrão funcional apenas com entidades mapeadas e formulários XHTML;
· Leiautes facilmente customizáveis: leiautes Facelets;
· Dentre dezenas de outras melhorias: uso de jQuery Theme Roller como padrão
de Temas/CSS; JPA 2.0; etc.
Será iniciado um novo ramo de arquitetura chamada SOFEA, como mais uma opção para
os gestores de TI.
Será disponibilizado e integrado já para o ano que vêm o uso de ferramentas que possibilitam desenvolver
em BPMN 2.
Sem falar que é suportado na ferramenta todas as demais tecnologias utilizadas para manter
a compatibilidade com aplicações desenvolvidas e possibilitar que essas aplicações sejam sempre
atualizadas para a ultima versão sem ter que reescrever toda a aplicação novamente.
Como sabemos, nada nasce perfeito, e todo software tem Bugs, o jCompany não é diferente,
mas questionar sua qualidade sobre o que ele se propõe a fazer eu acho meio injusto, ou desconhecimento.
Uma grande vantagem na utilização dele, além da produtividade que é inegável mas é de ganho imediato,
são os ganhos a médio e longo prazo, como por exemplo a garantia que sua arquitetura de desenvolvimento
de sistemas sempre vai estar alinhada com o que o mercado tem de melhor e mais atual.
Se você colocar na ponta do lápis quanto custaria manter uma equipe interna para prover esse ganho à uma
empresa e suportar uma arquitetura definida internamente, e comparar com o custo de subscrição de uso do
jCompay, verá que o jCompany é muito melhor (mais barato) e mais seguro (Sua equipe pode simplesmente pedir demissão).
Sem falar que os clientes sempre tiveram voz nas direções e opções de melhorias a serem agregadas à ferramenta.
Agora com o Jaguar disponível para todos contribuírem nem se fala, os ganhos são enormes para todos.
Provavelmente os órgãos públicos iniciarão uma analise do Jaguar mesmo, e alguns passarão a utiliza-lo, e muitas empresas privadas também.
A Powerlogic sendo a fabricante é natural que procurem ela primeiro. para um suporte com SLA e garantias de atendimento, visto que esse órgão e
empresas não podem e não querem depender apenas da comunidade para esse apoio.
Mas não é só a Powerlogic que presta serviço em jCompany, hoje são 15 empresas parceiras da Powerlogic que estão aptas a esse trabalho,
além de várias outras que também utilizam o jCompany como clientes da Powerlogic e também estão muito preparadas para atender à quem desejar
Hoje qualquer pessoa que domine o jCompany poderá se inscrever no portal do governo e indicar que é um fornecedor de consultoria nessa tecnologia.
Então todo mundo está ganhando, e isso é o que é importante.
A comunidade pode contribuir, utilizar, modificar como bem entender, e sem custo.
Empresas que precisarem de suporte e uma garantia de SLA, de apoio e consultoria, poderá adquirir serviços de muitas empresas hoje, e não ficar amarrada à um único fornecedor.
E o Jaguar com isso será sempre evoluído e melhorado para todos.
Um forte abraço.