Não entendi o lance do Lazarus. Você pode manter o DFM como texto e editar pelo notepad. DFM binário não é nada legal…
Em relação ao Matisse, se eu quero evitar código de GUI porco no meu .java, de que adianta eu fazer tudo no .form se vai gerar o .java.porco do mesmo jeito??
No Delphi, o .DFM eh mesclado em tempo de compilação, como um resource no DCU binário. Não se aplica ao Java eu acho, o que dificulta um pouco as coisas, porque se deixasse pra gerar o código no .class teríamos um .java preso a uma IDE… (já não fazem isso?)…
Se é pra gerar no .java, pra mim o plausível é que você tenha bem destacado, separado, numa “caixa-preta” o código da GUI, ou seja, tipo um substituto do .form, só que código Java (EDIT: algo que normalmente você não vai meter o dedo…)