A Sun disponibilizou um espaço voltado para desenvolvimento Ruby, JRuby, e Rails.
Segue o link:
A Sun disponibilizou um espaço voltado para desenvolvimento Ruby, JRuby, e Rails.
Segue o link:
Não tem como evitar Ruby é mais Rápido, e a tendência é aplicações que visam ater outro cenário fora do plano J2EE/JEE, a orientação a objetos agora vem com uma OO baseada em novas features meta-programáveis, é isso requer um framework que permita essa geração.
Não entendi muito bem o que você quis com “Ruby é mais Rápido”… você não está se referindo ao desempenho da linguagem, ou está? Pois o desempenho do Ruby é ridículo!
Acredito que uma das questões importantes em relação a todas as linguagens interpretadas é a manutenibilidade de aplicações grandes. (100.000 linhas de código, por exemplo)
Na minha opinião é este tipo de coisa que vem travando o avanço maior de ruby, python, etc.
Não entendi muito bem o que você quis com “Ruby é mais Rápido”… você não está se referindo ao desempenho da linguagem, ou está? Pois o desempenho do Ruby é ridículo!
Acho que ele quis dizer produção, desenvolvimento.
Na verdade existem cenários onde se deseja uma performance melhor, então linguagens estáticas tendem a responder melhor. Cenários como RealTime, onde a plataforma Java possui especificação, ou processadores de eventos complexos - CEP e por aí vai.
Agora, para aplicações Web internas das companhias, com pouca demanda, com certeza Java não será a melhor plataforma no quesito produtividade.
“Isso mesmo, não tem como segurar a evolução”
:arrow: “A adaptação e geração das novas metodologias já sugere Ruby enquanto Java já teve seu papel, agora não tem mais como segurar a evolução”
Olá
O mito é indefinível. O mito precede a separação entre discurso e mundo, entre o Ser e a linguagem, termos destinados a se converter na antinomia fundadora da filosofia e de toda a sua história.O mito não é discurso sobre o Ser, ele é a apresentação do Ser no sentido em que ele o faz presente
Aquele que se torna um mito como tal deve ser entendido.
Mas ao tratar com um mito, não devemo tentar compreendê-lo com a nossa lógica formal mundana e sim aceitá-lo como se fosse um carma. No caso deste mito em questão, devemos saudá-lo como um novo profeta que veio ao GUJ para tentar salvar o Java de um marasmo que se avizinha nestes tempos em que as novidades já não aparecem mais duas vezes por dia.
Vida longa aos mitos e que suas mentes continuem abrilhantando por muito tempo nossas discussões tergiversativas.
[]s
Luca
Produtividade, realmente, é uma coisa na qual o Ruby se apoia.
Concordo com a velocidade com a qual se programa em Ruby. Mas ainda prefiro o Python, e até mesmo o Groovy antes de ter de utilizar o Ruby.
OláO mito é indefinível. O mito precede a separação entre discurso e mundo, entre o Ser e a linguagem, termos destinados a se converter na antinomia fundadora da filosofia e de toda a sua história.O mito não é discurso sobre o Ser, ele é a apresentação do Ser no sentido em que ele o faz presente
Aquele que se torna um mito como tal deve ser entendido.
Mas ao tratar com um mito, não devemo tentar compreendê-lo com a nossa lógica formal mundana e sim aceitá-lo como se fosse um carma. No caso deste mito em questão, devemos saudá-lo como um novo profeta que veio ao GUJ para tentar salvar o Java de um marasmo que se avizinha nestes tempos em que as novidades já não aparecem mais duas vezes por dia.
Vida longa aos mitos e que suas mentes continuem abrilhantando por muito tempo nossas discussões tergiversativas.
[]s
Luca
Parabens pela postura favorável à tolerância e à diversidade.
É um exemplo a ser seguido, inclusive por mim.
OláO mito é indefinível. O mito precede a separação entre discurso e mundo, entre o Ser e a linguagem, termos destinados a se converter na antinomia fundadora da filosofia e de toda a sua história.O mito não é discurso sobre o Ser, ele é a apresentação do Ser no sentido em que ele o faz presente
Aquele que se torna um mito como tal deve ser entendido.
Mas ao tratar com um mito, não devemo tentar compreendê-lo com a nossa lógica formal mundana e sim aceitá-lo como se fosse um carma. No caso deste mito em questão, devemos saudá-lo como um novo profeta que veio ao GUJ para tentar salvar o Java de um marasmo que se avizinha nestes tempos em que as novidades já não aparecem mais duas vezes por dia.
Vida longa aos mitos e que suas mentes continuem abrilhantando por muito tempo nossas discussões tergiversativas.
[]s
Luca
Concordo e sou a favor de usarmos conceitos da tolerância chinesa. “Se forem contra, matem”. :lol: :lol: :lol:
OláO mito é indefinível. O mito precede a separação entre discurso e mundo, entre o Ser e a linguagem, termos destinados a se converter na antinomia fundadora da filosofia e de toda a sua história.O mito não é discurso sobre o Ser, ele é a apresentação do Ser no sentido em que ele o faz presente
Aquele que se torna um mito como tal deve ser entendido.
Mas ao tratar com um mito, não devemo tentar compreendê-lo com a nossa lógica formal mundana e sim aceitá-lo como se fosse um carma. No caso deste mito em questão, devemos saudá-lo como um novo profeta que veio ao GUJ para tentar salvar o Java de um marasmo que se avizinha nestes tempos em que as novidades já não aparecem mais duas vezes por dia.
Vida longa aos mitos e que suas mentes continuem abrilhantando por muito tempo nossas discussões tergiversativas.
[]s
Luca
Renatus Cartesius
Mas que p**** é essa que esse cara ta dizendo?
Mas que p**** é essa que esse cara ta dizendo?
- Dercy Gonçalves sobre a afirmação acima.
:idea: Se inscreve no WebDays 2008, ainda dá tempo !!!
Não acho este ruby o bam bam bam assim não… pra começar basta ver em qualquer site de empregos… procure uma vaga para ruby e vão ver quantas vão achar… acho que dificilmente o mercado vai crescer muito com ruby… alem disso onde esta a prova que ruby e mais performatico que java? cade o brenchmark deste tipo de coisa? e alem de tudo ruby tem uma longa curva de aprendizagem… alem de ter uma sintaxe bem estranha por sinal…
Não é por site de empregos que se ve se uma linguagem é boa ou não. Vai ver alguma vaga pra Assembly no Catho.
Porque acha que o mercado nao vai crescer com Ruby?
Não existe provas, 95% desses benchmarks são testes absurdos feitos em fundo de quintal.
Sintaxe estranha? Vá ver Assembly.
Esse negócio de “curva de aprendizagem”…
Claro que não ve se a linguagem e boa… phynton é uma excelente linguagem e não tem mercado aqui no brasil…
Não que ele não va a crescer mas ele vai demorar a crescer… ruby ja existe a um bom tempo e aqui no brasil sempre foi visto como uma linguagem exotica… oq fez sua fama agora foi este framework rails…
mas ninguem sabe como vai ser ruby no mercado… acredito que seja que nem phynton que cresça um pouco no mercado exterior mas no brasil não boto muito fé… pois a maioria das empresas aqui opitão por linguagens que tenha bastante mão de obra… ou seja linguagens que o povo ja conhece a mais tempo como java, C# pois é mais facil de achar “recursos”… infelizmente o mercado poraqui é assim… mesmo que se ruby fosse mais produtivo que java a coisa não seria muito diferente pois as empresas querem cada vez mais pagar menos e um “recurso” que saiba mais ou seja quanto mais “recursos” melhor para elas…
Concordo…
Assembly, Cobol, Simula, Prolog, Brainfuck, Whitespace, Ruby, entre outras…
todas estas linguagens tem uma sintaxe estranha…
vai me dizer que a curva de aprendizagem do ruby e menor que de java(avaliando apenas a linguagem, sem tecnologias, frameworks, plataformas, etc…) ou do que C ??? Mais nem Fud***
isto se leva enconta que linguagens com sintaxes mais “exoticas” tem uma curva de aprendizagem maior que sintaxes familiares…
- Não é por site de empregos que se ve se uma linguagem é boa ou não. Vai ver alguma vaga pra Assembly no Catho.
Claro que não ve se a linguagem e boa… phynton é uma excelente linguagem e não tem mercado aqui no brasil…
Ok, agora veja o que voce escreveu no seu post.
2. Porque acha que o mercado nao vai crescer com Ruby?
Não que ele não va a crescer mas ele vai demorar a crescer… ruby ja existe a um bom tempo e aqui no brasil sempre foi visto como uma linguagem exotica… oq fez sua fama agora foi este framework rails…
mas ninguem sabe como vai ser ruby no mercado… acredito que seja que nem phynton que cresça um pouco no mercado exterior mas no brasil não boto muito fé… pois a maioria das empresas aqui opitão por linguagens que tenha bastante mão de obra… ou seja linguagens que o povo ja conhece a mais tempo como java, C# pois é mais facil de achar “recursos”… infelizmente o mercado poraqui é assim… mesmo que se ruby fosse mais produtivo que java a coisa não seria muito diferente pois as empresas querem cada vez mais pagar menos e um “recurso” que saiba mais ou seja quanto mais “recursos” melhor para elas…
Não acho isso, acho que Assembly tem uma sintaxe estranha só porque é dificil de entender. Eu não acho (no pouco contato que tive) Ruby tão dificil assim,
4. Sintaxe estranha? Vá ver Assembly.
Assembly, Cobol, Simula, Prolog, Brainfuck, Whitespace, Ruby, entre outras…
todas estas linguagens tem uma sintaxe estranha…
vai me dizer que a curva de aprendizagem do ruby e menor que de java(avaliando apenas a linguagem, sem tecnologias, frameworks, plataformas, etc…) ou do que C ??? Mais nem Fud***
isto se leva enconta que linguagens com sintaxes mais “exoticas” tem uma curva de aprendizagem maior que sintaxes familiares… [/quote]
Claro que eu acho que demora muito mais pra voce aprender Java do que aprender Ruby. Porque não é só Java que voce aprende, é JPA, Struts, 1001 frameworks MVC, JSF, JSP, e uma porrada de arquitetura. E olha o tempão que isso demora. Em C voce tambem aprende mas voltado ao que voce quer fazer .Se quer desenvolver pra um processador X, entao é só voce pegar o manual do fabricante e ter algumas noções.
no meu primeiro post eu me referi ao mercado e não disse que o mercado que ve qual linguagem e melhor… falei sobre o brenchmark pois disseram que ruby é mais performatico que java porem tiraram isto da onde??? se nem brenchmark tem de onde tiraram esta fonte para este tipo de argumento??? e mesmo que tivesse não confio em brenchmarks de fundo de quintal… eles ate podem dar uma pequena noção mas não são 100% confiaveis… e não disse que ruby é dificil disse que tem uma sintaxe estranha… e isto influencia sim na curva de aprendizagem… e se vc for comparar a curva de ruby com a curva de java sem os milhares de apis e frameworks somente em termos de aprender sintaxe… vai ver que a de java é menor…
OláO mito é indefinível. O mito precede a separação entre discurso e mundo, entre o Ser e a linguagem, termos destinados a se converter na antinomia fundadora da filosofia e de toda a sua história.O mito não é discurso sobre o Ser, ele é a apresentação do Ser no sentido em que ele o faz presente
Aquele que se torna um mito como tal deve ser entendido.
Mas ao tratar com um mito, não devemo tentar compreendê-lo com a nossa lógica formal mundana e sim aceitá-lo como se fosse um carma. No caso deste mito em questão, devemos saudá-lo como um novo profeta que veio ao GUJ para tentar salvar o Java de um marasmo que se avizinha nestes tempos em que as novidades já não aparecem mais duas vezes por dia.
Vida longa aos mitos e que suas mentes continuem abrilhantando por muito tempo nossas discussões tergiversativas.
[]s
Luca
Luca acho que vale à pena ler o artigo do Osvaldo Doederlein da Java Magazine desse mês, sobre gerenciamento de memória e GC na plataforma Java, vai entender que as novas linguagens as novas “plataformas”, terão que comer muito arroz e feijão.
Agora se falar pura e simplesmente em linguagem, realmente há uma série de novos conceitos, praticidade em desenvolvimento, metaprogramação de maneira simplificada e por aí vai, mas como disse no meu tópico anterior, “CADA LINGUAGEM NO SEU QUADRADO” 8)
Casseta cara ,voce nao sabe o quanto eu odeio essa “musica”, o demonio criador dela, e a voz daquele pato fanho que canta. Putz.
QUanto a linguagens, acho que no blog do pcalcado, ou do louds, ou de alguem parecido tem uns slides de um cara que coordena um instituto e tá fazendo um trabalho muito foda na área de linguagens, vale a pena olhar os slides e o instituto. Eu só sei que o titulo do blog é algo como “Delirios sobre linguagem de programação”. Mas muito bom mesmo!
[]'s
Olá
Luca acho que vale à pena ler o artigo do Osvaldo Doederlein da Java Magazine desse mês, sobre gerenciamento de memória e GC na plataforma Java, vai entender que as novas linguagens as novas “plataformas”, terão que comer muito arroz e feijão.Agora se falar pura e simplesmente em linguagem, realmente há uma série de novos conceitos, praticidade em desenvolvimento, metaprogramação de maneira simplificada e por aí vai, mas como disse no meu tópico anterior, “CADA LINGUAGEM NO SEU QUADRADO” 8)
Fala do artigo das crise da Threads? Muito bom, em geral gosto dos artigos dele apesar de uma vez ou outra navegar por águas escuras e já aconteceu de afundar um tiquinho. Mas isto inexoravelmente acontece com quem escreve e se expõe. Principalmente com quem tenta escovar bits.
Voltando a falar sobre o assunto deste tópico que anda meio esquecido, sugiro aproveitar o cupom de desconto de 40% dado no site noticiado no tópico para o livro Colective Intelligence in Action. Como o livro está por volta de 17 dólares no MEAP, com o desconto fica mais barato do que a Java Magazine. E é um dos assuntos do momento.
[]s
Luca
É o do louds… http://www.kumpera.net/blog/
Por falar em linguagem mais estranha… voces já viram a sintax do assembly? Gente qualquer linguagem diferente do assembly tem performance iguais… vai muito da performance da máquina onde o desenvolvedor e o cliente esta utilizando. Esses dias estava lendo uma mátéria nas minhas andanças pelo Google(ai do google se não existi-se) e vi uma comparação de linguagens. Lá dizia que o Java era mais rápido que o Assembly…kkkkkkkkkkk eu dei risadas. Os desenvolvedores estão avaliando as linguagens pelo coração e não pela lógica. Quando se cria uma tribo envolta da linguagem, cria-se um mundo fechado, sem a mínimina possibilidade de aceitar a evolução das coisas.
Sou eu que to ficando maluco ou ao invés de Java X Ruby X Python o mercado tá pedindo (e a Sun atendendo) Java + Ruby + Python???
Devido à complexidade das aplicações, vejo um cenário onde um projeto pode muito bem comportar várias tecnologias juntas (não tô falando do futuro… tô falando dessa zorra aqui na minha frente que já mistura java com javascript com html com css com sql com c++ com BI com .net com… zorra, quem aqui, pelo amor de deus, consegue fazer QUALQUER coisa usando só uma tecnologia ainda???)
Já disse antes e repito: eu não quero ser otorista de fusca azul 87… quero ser motorista!!!
Como assim qualquer linguagem diferente de assembly tem performance igual? Você nao conheceu o Java na epoca do Forte Java então.
95% desses benchmarks são furada. Nego que nao sabe nem como fazer um e gera um resultado escroto.
Se nao tivesse a minima possibilidade de aceitar a evolução, ninguem nunca aqui teria interesse em Ruby on Rails e frameworks do tipo. E se voce for notar tem uma galera aqui que curte isso.
[]'s
Como assim qualquer linguagem diferente de assembly tem performance igual? Você nao conheceu o Java na epoca do Forte Java então.
95% desses benchmarks são furada. Nego que nao sabe nem como fazer um e gera um resultado escroto.
Se nao tivesse a minima possibilidade de aceitar a evolução, ninguem nunca aqui teria interesse em Ruby on Rails e frameworks do tipo. E se voce for notar tem uma galera aqui que curte isso.
[]'s
Pode até curtir, mais por puro modismo…
Não conheci essa linguagem “Forte Java” eu conheci o Java 1.0
Até mais…
… alguem aqui já desenvolveu alguma coisa em Ruby On Rails, se tiver mostre-me…
Como assim qualquer linguagem diferente de assembly tem performance igual? Você nao conheceu o Java na epoca do Forte Java então.
95% desses benchmarks são furada. Nego que nao sabe nem como fazer um e gera um resultado escroto.
Se nao tivesse a minima possibilidade de aceitar a evolução, ninguem nunca aqui teria interesse em Ruby on Rails e frameworks do tipo. E se voce for notar tem uma galera aqui que curte isso.
[]'s
Pode até curtir, mais por puro modismo…
Não conheci essa linguagem “Forte Java” eu conheci o Java 1.0
Até mais…
Forte Java não era uma linguagem,logicamente. Era uma IDE para Java que acho que em 2001/2002 exigia 1gb de memoria(naquela epoca isso era até bem carinho pra maior parte da galera) pra rodar corretamente. Era um exemplo óbvio de como o Java e Swing era mais do que lerdo. Até que houve aquele esforço da IBM, etc. Foi a primeira vez que vi o Java, mas desisti de tão lento que era. Se nao me engano o source code do NetBeans herda um pouco do Forté.
josenaldo wrote:
Sou eu que to ficando maluco ou ao invés de Java X Ruby X Python o mercado tá pedindo (e a Sun atendendo) Java + Ruby + Python???
O quadro é pior em outros lugares. Já vi consultorias com Java + NET + Javascript + AJAX … :shock: e não sabe ainda o que estão montando para o cliente (ou pensam que sabe).
A coisa tá tão boa que agora estou lendo os livros “O principio Dilbert” e “O futuro Dilbert” do Scott Adams. :lol: